HORAS DE CLARICE

"Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo." (Drummond)



Comments: Quinta-feira, Maio 29, 2003

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 3:39 PM


Comments: Não ando nos meus dias mais sensivemente "entendíveis".......
medos, medos, medos, medos, medos....
Liga o som, abre a janela, olha quanta vida pra assistir!
Esquenta comida, espera, esfria pra poder engolir.
Durmam tardes inteiras, gritem vozes todas, apaguem as velas acesas.
É isso mesmo e não discute, tá pagando pra me ouvir.
Não tem casa nem comida? vende amor pra ter amor.
anota e esquece porque esquece de anotar, faltou caneta, faltou papel, faltou telefone tocar...já passa da meia-noite ligações.
Vai, vai...pega os livros na calçada, cospe no copo, lava a sola do sapato. cocô na cabeça.
Espere sentado. Espere e sente. Sente e não espera. Não espera não senta. Espera não sente.
E eu? socorro não estou sentindo nada...

---->Mari, os elefantinhos rosas continuam dançando no abajour...que faço, anh??

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 3:27 PM


Comments: Segunda-feira, Maio 26, 2003

FLORIPA

Ficava sempre com os cabelos em nó enquanto passava as tardes em casa metida em livros e folhas e textos. Os óculos se afeiçoavam tanto que no fim do dia tirá-los era quase uma tortura. Ainda que visse diferentemente míope e com pequena dose de astigmatismo o mundo...Doía colocá-los na cebeceira pra ir comer alguma coisa, já que as folhas começavam a tremer nas suas mãos e aí ela lembrava que não havia comido o dia todo. É que ter centenas de fotos e recortes pelo chão do quarto a tiravam mesmo do mundo palpável e das necessidades desse mesmo mundo...e aí ela ficava por alí calculando ângulos, sobrepondo poses, rabiscando esquemas, visualisando formas. Gostava da idéia de prender o tempo. Mesmo que tivesse a total e plena certeza de que não prendera nada. Mas sabia que prendia, não ali nas fotos que tirava alucinada como uma paixão incessante, mas em si. E que ascendia quase todas as vezes que deitava os olhos nas cores, ainda que pretas e brancas. Porque nada que passa fica
no nada...fica...fica num lugar de fácil acesso e agilidade quando precisa voltar a tona! E volta mesmo. Volta com cheiros. Volta com arrepios. Volta com gestos. Volta com tato. Contato. Ligação sensível de extremos tão íntimos.
Na cozinha separava sempre a caneca amarela, sua preferida, enquanto a água já esquentava no fogo. Chegava a quase ouvir tua mãe repetir que não deveria beber assim tanto café, já que mais tarde reclamaria da azia que lhe causava. Ela só não entendia o que havia de errado em ter azia. Queimava, ardia, subia rasgando. Ah...mas tantas outras coisas também fazem isso e a gente suporta e por vezes até gosta. Não que gostasse quando à noite se revirava e, apesar de negar até o útlimo minuto, acabava se levantando atrás de um bicarbonato de sódio na caixinha de remédios azul da porta esquerda do armarinho em cima da pia. Mas bebia sim café e que depois pensasse nisso então. Aí ouvia a amiga gritar lá de dentro que também queria chá. Ela sempre mantinha acesa uma esperança de que era chá que a outra fazia, no entando vinha ela sempre com uma caneca vermelha trazendo café. Talvez por essas pequenas insistências recíprocas ambas gostassem assim de café...Aprendera a gostar e ensinara
a amiga. Gostavam também de arroz integral, mas isso só nos fins-de-semana, quando não almoçavam juntas no self-service "da galera".
Voltava pro quarto com um misto-quente, o café e pêra...Não que comesse de tudo, mas levava. Por vezes as peras se encontravam lá com maçãs ou farelos, mas levava pra não ter mais que sair. Aliás, vivia pensando na possibilidade de sobreviver por fotossíntese, seria melhor utilizado o tempo. E quanto a dormir, bem...isso ela não negava que ainda gostava de fazer. Olhava pro mural e via os sorrisos familiares e saudosos de pessoas lindamente elas. Punha de novo os óculos, sentava de novo no chão que guradava aquele pedacinho sem nada onde ela se senatara de início...e aí só acordava com o Caetano cantando mansinho que "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". As folhas ainda caídas, jogadas, misturadas. O óculos tortos no rosto amassado do moleton que se deitara em cima. E a amiga gritando "bom dia, até mais tarde" enquanto jogava um beijo na porta de seu quarto.

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 11:58 PM


Comments: Sábado, Maio 24, 2003

Ela chegara sem avisar porque tentara ligar inúmeras vezes mas o número só dava ocupado. Devia ser a conta atrasada, ou as contas, não é? Já que um de seus defeitos sociais era essa displicência com pagamentos. Não que não tivesse o dinheiro certo pra todos os gastos, ele até tinha, faltava-lhe noção das coisas mundanas que ele pagava pra utilizar. Ele se esquecia que as águas não brotam dos chuveiros e das torneiras embora nunca se esquecesse quão lindas eram as Cataratas do Iguaçú. E ela chegava meio tímida, sem jeito, como se fosse a primeira vez que entrasse ali. Logo que saiu do elevador e enacarou os olhinhos deles tão dedicados teve vergonha de parecer tão fora das regrinhas casuais. Mal sabia ela que essa falta de conceitos a circundam e ele era invejosamente encantado por isso. Antes de tudo riram, depois se abraçaram ternos, saudosos, queridos. Não era um bom dia pra ela. Tinha sido só mais um dia pra ele. Aprendera mais uns verbos e conjugações nas aulas de italiano e ficara o resto do dia perdido numa rotina que mal ele sabia qual. Melhor que fossem pra cozinha, mesmo que não tomassem café como geralmente, mas melhor que fossem. Que sentissem a casa como "nossa" e a afinidade de repente tomasse uma dimensão amadurecida, apesar de tão ingênua. Começavam sempre rindo mesmo. Ele reparara mais nisso nesse dia. E os olhinhos dela tristes pelo dia, mas tranquilos por encontrarem-se ali, postos ao dele. Comeram pão com requeijão. Não no mesmo momento como quem senta pra lanchar, mas em opostos temporais mesmo. Ela chegara e ele comera. Ela se ia e comera antes, não como o cachorro, do ditado, faminto que come e vai embora, mas como linda que era de entender as vontades mais ridículas como essenciais. Puseram-se a falar da vida. Primeiro ela que tinha chegado com a quase obrigaçao de delatar-o-fato-ocorrido e contou lindamente colocando fadas ao lado de diabinhos, flores em terras secas, sons no útero materno. Ele sentia-se mal de fato pela incapacidade que certas situações delimitam. Aquela coisa de suspirar e balançar a cabeça estupidamente angustiado por não saber externar as reações e doído por não saber respeitá-la. Era, portanto, um abuso. Ela falando doída, ele doendo em não falar. Mudaram as falas, os gestos, os risos por desconcentrações que apaziguavam. Incomodado, sim. Não sabia onde deitar os olhos, que comentários fazer. Qual a hora apropriada pra dizer que gostaria muito que ela jamais partisse seu coração, ainda que soubesse já partir toda vez que se despediam chamando o elevador com o dedo mas o expulsando com os piscares dos olhos? E tinha tanto brilho naqueles olhinhos castanhos, ela sorria linda enquanto ele não conseguia parar de falar. E falava como quem tivesse vivido mundos, ela ouvia atenta e demonstrava mesmo gostar. Gostava talvez porque fosse ele falando. Talvez, ainda, por não saber que ele fugia demais das dores que ela carregava com medo de arrancar a casquinha que nem começava a formar. Fugiu das dimensões que dependessem de um equilíbrio respeitoso. Teve medo de chorar doído, porque sempre que chorava era doído, por um rasgo que não tinha sido em seu peito. Não queria demonstrar talvez, sua vil insegurança de menino que quebra o vaso predileto da mãe e não sabe como contar. Então falou, falou, falou...recontava casos, contos e fotos...Tecia sedas e as rasgava como quem cria mistérios antes de desvendar o assassino. "Preso em nome da lei". Estavam mesmo presos. Ainda que Campinas fosse muito longe do Sul. Ainda que nunca mais cruzassem os olhos pelo caminho. Ainda que não se tivessem ruas, poucas atrás, estavam presos. Mas uma hora o elevador chega, não é? Boa noite querida, toma cuidado hein...

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:19 AM


Comments: Quinta-feira, Maio 22, 2003

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:50 PM


Comments: Uma dorzinha fina me sobe a espinha me fazendo ler contos que eu esquecia lembrar. E sinto saudades de tantas coisas, tantas pessoas, tantas risadas, tantas mãos, tantos arrepios...Nostálgica? Um pouco, talvez. Não há mal. E não há medo. Não há desesperos. Não há angútias. Só essa dorzinha fazendo os dedos se desatarem, a boca travar e as lágrimas se equilibrarem na pápebra dos olhos meio vivos - meio mortos - desesperançados de ver o encontro de dois rios paralelos. Talvez se olhasse pro infinito...

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:48 PM


Comments: Quarta-feira, Maio 21, 2003

Os cabelos mesclados de restos de tempo dispersavam a atenção dos olhos pesados, tão exaustos. Mal-tidos como as pernas retorcidas, confundindo-se no caminho por aquele infindável corredor tão dominador, tão apavorante. Esqueceram de colocar um fim e o corredor ia-se despreocupado como se esperasse por um juízo final, por um cálculo de estagnação. A dor estourava veias e desemaranhava músculos desesperando rasgos contínuos e insuportáveis, a menina ainda insistia no final daquele beco...sem saída? Apalpava trêmula as paredes escuras, ou fossem claras mas ela não as via bem. E ia se esgueirando, esfregando, querendo deixar pedaços pra encurtar a ânsia, encurtar fobia. Sentiu a pia gelada do banheiro e se lembrou que ela era branca, branquíssima, de uma paz pouco vista em pias por aí, ou pelo menos das pias que a menina se habituara a ver. Esticou-se no chão abraçando terna e carente a louça do sanitário. Sentia arrepiar os fios, mesmo os mais esquecidos se levantavam gritando. Contorceu-se, mas era inútil. As entranhas pareciam revoltas, libertárias, interdependentes e veio criando a nascente da repulsa. Líquidos, suores, lactobacilos, mitocôndrias numa massa incontida de desritmo. O esôfago esticou até o último milímetro, a boca entreaberta esperava o mundo inteiro sair. Nem sopro. Nem fim. Não haviam restos de vômito, tão pouco vômitos inteiros.

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 7:14 PM


Comments: Segunda-feira, Maio 19, 2003

BICHOS
Cavalos-marinhos dançam perdidos e tão encontrados no negro fluorecente das águas mais profundas. E eu durmo. As nuvens se enchem, se trombam, se cutucam, se divertem, choram, riem, escondem. E eu durmo. O sol já deu sua graça e sua cor, já fez colorir as flores no quintal esquecido da vizinha falecida. E eu durmo. Durmo tanto que acordo de cansaço de dormir. Os olhos gordos e cansados. O rosto amassado, pálido e cansado. As pernas moles e esquecidas e cansadas. Quem terá apertado o interruptor de Deus? Não lhe avisaram que não se deve mexer nas coisas dos outros, mesmo porque Deus com toda sua grandiosidade se encaixa nesse grupo? Não, não disseram muitas coisas...Um dia a gente descobre que as borboletas não são tão livres e os peixes sabem sim fexhar os olhos. Mas agora só quero pedir silêncio...e vazio...e eternidade...que há menos a perder a abelha que nenhum pólen colheu.

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 10:52 PM


Comments: Domingo, Maio 18, 2003

Quem sabe um dia ainda entendo esse fascínio pela lua, pelo céu, pelos riscos fluorecentes...Linda lua....

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 9:31 PM


Comments: VENTO NO LITORAL
(Renato Russo)

De tarde quero descançar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte e vai
Ser bom subir nas pedras, sei
Que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora
Agora está tão longe, ver
A linha do horizonte me destrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudades
Quando olhávamos juntos na mesma direção
Aonde está você agora, além de aqui dentro de mim?
Agimos certos sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil eu sem você
Porque você está comigo o tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem
Já que você não está aqui
O que posso fazer é cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos
Lembra que o plano era ficarmos bem
Olha só o que eu achei
Cavalos-marinhos
Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onde me acertar
E o vento vai levando tudo embora

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 8:45 PM


Comments: Santa persistência...!
MATHEUS NACHTERGAELE:
"Acho que tenho passado a minha vida num fio entre a maravilha e o horror. Vivo momentos de extrema alegria e de extrema tristeza. Ainda sou muito suscetível às interferências do mundo, à reação das pessoas, às guerras, às misérias, às grandes alegrias, às grandes orgias."
"Tenho a clareza de que a gente é uma das tentativas da vida, não mais que isso. Me entristece pensar que faço parte de uma tentativa que talvez fracasse. Uma das coisas que nos separa dos bichos é a possibilidade de decidir se a gente quer ou não viver. A gente pode parar tudo no sentido mais trágico, como fez a minha mãe, e dizer: ¿Não vou estar aqui, não vou brincar disso¿. Ou, no outro sentido, ¿não vou brincar de sofrer, vou ser feliz¿.
"Acho que ainda tenho muitos desejos."
"A gente vive um tempo em que a sexualidade está totalmente liberada. Não consigo classificar as pessoas como heterossexuais, homossexuais, lésbicas, bissexuais. Não é uma urgência que a gente se reproduza. Talvez a urgência do mundo seja que não se tenha bebês. Tem gente que só consegue viver afetivamente num esquema mais careta, precisando de muita segurança, de uma estrutura bem firmada para poder amar, trepar, gozar. A sexualidade não é só opção. É uma mistura de escolhas, liberações e possibilidades. Mas eu não vejo a moralidade sexual."
"Me apaixono pelas pessoas, independentemente do sexo(...)Tenho tesão pelas pessoas."
"Sou uma pessoa que acha as pessoas bonitas. No mesmo dia posso me sentir atraído por dez pessoas."
"Existe um determinado momento em que você ainda é novidade e todos seus personagens estão protegidos por essa novidade. Às vezes eu desejaria intensamente que existisse um ineditismo no meu rosto, na minha voz, que os personagens chegassem como uma surpresa para as pessoas. Mas não. Tenho que trabalhar dobrado porque o público vai me reconhecer e logo em seguida tenho de convencê-los de outra coisa. Aí eu penso: ¿Será que ainda tenho o que dizer?¿. Tenho tido vontade de dirigir, escrever. Talvez esteja precisando virar o jogo. Quem sabe um filme, quem sabe um filho."

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:37 PM


Comments: Queria muito muito muito colocar pedaços de uma enrevista linda do Matheus Nachtergaele, mas meu word está com problemas...fico devendo...vão só fotinhas mesmo!


postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:28 PM


Comments: Sábado, Maio 17, 2003

Caramba viu...??? Dando tudo errado por aqui...eu e minhas tentativas pobres de arrumar esse blog...que apesar de ser todo em português tá me dando um puta trabalho...fala sério! :(

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:50 PM


Comments: "E nesses dias tão estranhos fica a poeira se escondendo pelos cantos. Esse é o nosso mundo, o que é demais nunca é o bastante. A primeira vez, sempre a útlima chance. Ninguém vê onde chegamos..." (Renato Russo)

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:30 PM


Comments: Não tenho conseguido escrever ultimamente, mas não me angustio. Pelo menos não agora. Talvez amanhã amanheça querendo destruir o mundo por isso, mas agora? Agora não. Ouvir Arnaldinho depois de assistir Abu e ver o Caetano no Caetano (ou não, né?) eu fico mais calma, mas pacífica, mas nítida, talvez. To fervilhando idéias e emoções e sinceramente é estranho não saber como externar isso...não externar escrevendo, porque pode ser que meus olhos estejam denunciando tudo.
Converso agora com a Mari e ela me confessa que me deixou falando sozinha (sem problemas, anh pequena?) no ICQ porque estava na sala escrevendo um poema...Essa menina não escreve!Ela...rasga...detona...destrói...um dia ainda te pego! Fica experta!!!
Bom na falta de mim, falo de coisas soltas então...e perdoem a forma pobre e tosca com que provavelmente opinarei a respeito do que escrever...relembro que estou em dias "não escrevíveis" hehehe...
Hoje descobri que o Paulinho (ou o Moska) tem olhinhos verdes....imaginava-os brilhantes, mas não tão vivos quanto os descobri...e descobri um pouco mais do Abu (Antônio Abujamra) confesso uma paixonite aguda...dessas que a gente quer ter fotos e filmes e falas e tudos...é, tenho meu lado tiete sim! hahaha...
E hoje descobri também um pouquinho mais do Caetano (Veloso) na forma que ele sabe ser mais lindo. Nas lágrimas lindas querendo sair e ele não deixando pra não atrapalhar tudo. Ah...atrapalhar o que, Caetano? Você atrapalha as coisas de outro jeito...não assim, tão vivo. Com cabelos enrolados sorrindo nos lábios, doendo nos olhos...cade você, anh?
"Nenhuma pessoa sozinha, ia. Nenhuma pessoa vinha..." (Arnaldinho - antunes...) essa paixão também tá das brabas...ainda precisos de provas concretas de que esse cara existe mesmo, viu? Essa coisa louca e linda que ele é parece criação minha as vezes...mas prepotência estúpida de ter criatividade maravilhosa pra criar algo assim, né?? Hum, daí as vezes me conveço que ele existe sim! hehe...
"Nem a estrela guia, nem a estrela Dalva...alta noite já se ia..." (Arnaldinho)
E você agora tem toda a liberdade pra falar o que quiser....!

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:22 PM


Comments:

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:29 AM


Comments: Ufa!
Depois de uma exaustiva tentativa aqui estou eu!!! Blog novo...mais português que nunca...chega de não saber mexer em coisas gringas...huahuahuaha....BEM-VINDOS...todos nós...!

postado por: FEFA ALMEIDA SILVA 2:25 AM



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